sexta-feira, 26 de março de 2010

A parte sensível do homem



O que veio a propósito não interessa... O que interessa é a sinceridade do homem!

Ele é muito macho!



Publicado por BentoDuarte

segunda-feira, 22 de março de 2010

Paradigma do Dias


Outro assunto que gostaria de abordar aqui hoje é a relaçao inexistente entre "pele casca de laranja" e ferrugem.Pois meus caros, ninguem fala nisto, por falencia nossa ainda nao abordamos esta temática mas o seu debate deve ser considerado!
a ferrugem está associada à oxidaçao por exposiçao de componentes metalicos e resulta no seu deterioramento irreversivel, já a "pele casca de laranja" é uma tematica que é associada a problemas dermicos em individuos do sexo feminino.
Ambas possuem um denominador comum que é a laranja! será totalmente descabido considerar que o termo "pele casca de laranja" é só um manto, um embuste para encobrir uma motivaçao maquiavélica maior? nao serão as mulheres, simplesmente, organismos cibernéticos vindos do futuro, com o simples intuito de nos escravizar? nao terao esses vis robos inventado o termo "pele casca de laranja" para justificarem a falta de qualidade das suas peças?


Pensem nisto!Será que o paradigma de que "as mulheres só estao bem na cozinha" tem soluçao? Será entao, seguindo este raciocinio fundamentado e logico, que elas estao bem lá pois encaram a maquina de lavar loiça, o microondas ou até mesmo a batedeira como primos de uma enorme familia robotica? pensem nisto meus caros!


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Até mais ver!

Postado por Jorge Dias

Paradigma do Dias


Antes de iniciar esta minha rubrica , o aclamado pela critica " Paradigma do Dias", devo salientar o objecto de estudo da mesma, e para tal terei que recorrer a minha fortissima panóplia de historias rebuscadas, que, aguardando em minha mente por melhor uso, se empilham e se amontoam numa pasta a que eu chamo " isto nao tem jeitinho nenhum..."
caros leitores ,

Começo este post com uma ideia, que nao fazendo qualquer sentido, acaba por se assumir como um paradigma para mim : As galinhas nao voam!
Por esta altura muitos de vós ja estarão a pensar "sim, obvio..", "asério jorge? és um genio!", usando o tao comum tom sarcastico, mas, meus amigos se pensarmos bem a definiçao de "galinha" como especie animal, pertencente à familia das aves, é uma extrapolação completa da realidade que hoje vivemos!
e como principal argumento irei utilizar o simples facto de estas NAO VOAREM!

em minha modéstia afirmo, utilizando os meus vastos conhecimentos matemáticos :


aves = asas + bico x gravidade

aves = voar


no caso concreto das galinhas :


galinha = knorr + penas x água

galinha = canja


como podem atestar, as galinhas sao muito diferentes, do grupo em que estao inseridas, e para os mais cépticos apresento as seguintes formulas:

galinha = sangue + arroz x tempero

galinha = "pica no chao"

galinha = batata frita + piri-piri x pao ralado

galinha = KFC

E agora a prova mais contundente em todo este processo de "desparadigmar" o paradigmático :

galinha + 20 metros de altura x ventos de 80 km/hora = morte certa, sem fins gastronómicos...


meus amigos desmitifiquem essa ideia, ave que é ave voa, e o raio do galináceo nao é disso! Afirmar de peito aberto que uma galinha é uma ave é de todo erróneo e completamente descabido
afirmando isso estamos a querer dizer por exemplo que os carros foram feitos para voar, que o Porto esta época vai ser campeão, que as loiras pensam... Há limites! Não devemos pisar essa linha do falso juízo utilitário!
devemos sim, instituir uma nova classe para as galinhas, uma classe que defina o ser no seu mais elementar estado sem falsidades e sem juízos apressados.
depois de muito pensar cheguei a um nome que de facto define na integra "o que é ser uma galinha": a P.I.T.A!

PARAFRASE
INCONGRUENTE
TAXATIVA
AEREA

Postado por Jorge Dias

Giavanildo, o Novo herói Lusitano - A verdadeira História. Parte 2

“Boa Tarde, senhoras e sinhóres, daqui fala o vosso capitão Douglas, e queria agradecer em nome do TAP a sua preferência e desejar a todos os que visitem a grande cidade de Lisboa, qui desfrutem da sua beleza e riqueza arquitectónica e cultural e se divirtam. O céu está limpo e sendo polvilhado pelos raios solares; estão 33 graus centígrados e uma ligeira tendência para a temperatura continuar a subir. Em nome de toda equipe, um obrigado e uma boa estadia.”

Clap, clap, clap, clap.

Podia ouvir-se no Boing 474. Era o ruído das palmas. Havia muita agitação no avião; tinha sido uma viagem longa (cerca de catorze horas e meia) e com algum reboliço devido ao mau tempo que se fazia sentir a meio do atlântico norte. Giavanildo, claro está, nem se tinha apercebido do que se havia passado.

(Entretanto, chamou a aeromoça e pergunta, incrédulo, "Porque batem palmas, esta gentxi? Como é que as pessoas sabem que o capitão faiz anus hoji? Gentxi burra, qui nem sabe si o capitão Douglas gosta de fazer anus, e batem palmas na mesma!")

Não, porque estivesse a dormitar durante todo o processo, mas sim porque simplesmente não conseguia parar de olhar para fotografia amarrotada e amachucada, a preto e branco, dum velho jornal lusitano, do ícone, e do seu maior ídolo de todo o sempre: Eusébio da Silva Ferreira, o grande Pantera Negra.
“Senhor, desculpe, mas já aterra-mos e temos que seguir imediatamente para o autocarro que o aguarda, para que este o leve para o terminal 4 na Zona Norte do Aeroporto”, disse Joana, uma das aeromoças do voo de Giavanildo. Tinha cerca de 1,72cm de altura, pernas perfeitamente delineadas, uma retaguarda uniforme e confinada pela cegonha da Mercedes, cabelos negros compridos e escadeados e cheiroso, e, uns fantásticos olhos cinzentos. Sem esquecer, nunca, jamais, o busto olímpico que ostentava. E verdadeiro, ao contrário do que a mente mais perversa possa pensar numa primeira impressão… Depois, conseguia ser bastante atenciosa, educada, e, demonstrava uma subtileza de locomoção, que mais parecia que se levitava ligeiramente, do que andava. Certamente, mulher comum, não o seria. Era algo mais, algo que faria da palavra esterco, em algo muito mais jovial e inacreditável. Estava-mos, portanto, perante uma beleza celeste, só ao alcance de erros genéticos, porque Joana apenas fazia jus à palavra, perfeita. Porém, Giavanildo é a pessoa mais pura de todo o grande Brasil; e, como tal, não cedeu à beleza imposta involuntariamente por alguém que não tem culpa de possuir o físico de alguém que faria Tétis mudar de sexualidade. Assim sendo, o nosso herói, pergunta, terrivelmente assustado, “Norte? Ai, ai, ai, minha nossa!” e dá uma grande chapada na testa e começava a espernear, com as suas peludas pernas de menino, continuando, “Como é possíveu? Quero apresentá queixa, sinhora. Eu pedi avião prá Lisboa e vou para o Porto? Que raio de companhia é essa, hein?”
Joana, chistosa como sempre, retorquiu de forma pausada e educada, “Senhor, você está em Lisboa. Apenas tem de ir para a Zona Norte do Terminal. Só tem de entrar no autocarro e seguir caminho, não tem que se preocupar.”
Giavanildo ficou, agora, irritado.
“Sinhora! Você não percebeu. Eu não quero ir pró Porto, entendeu? Quero ir para a terra do grande Eusébio.”
“Senhor, como lhe disse anteriormente, você já está em Lisboa. Se quer ver a Estátua do senhor Eusébio, peça um táxi, que este leva-o até ao Estádio da Luz directamente.”
“Minina, cê tá louca? De táxi, do Porto a Lisboa pago um dinheirão! Não seja rola!”
Neste momento, Joana já um pouco perdida – mas encantada com o bigode parvo por cima do lábio carnudo do homem – sentou-se a seu lado e desviou os seus grandes olhos na direcção do novo herói lusitano e disse.
“Senhor, veja se consegue perceber. Você já está em Lisboa. Não está, mesmo, na cidade do Porto. Está em Lisboa, a cidade que viu o seu ídolo a jogar. E, para tirar uma fotografia nova do seu ídolo, basta pedir, à saída deste aeroporto, desta cidade de Lisboa, um táxi que o leve daqui, para o Estádio da Luz, onde está a estátua do senhor Eusébio.”
“Ahhhhhhhhhh”, disse o grande pequenino homem. “Qué dizé, qui já tou em Lisboa e que posso ir imediatamente para o estádio da Luz?”
“Sim, senhor. É o que lhe tenho tentado dizer.” E sorri.
“Ah, podgia ter dito logo, né sinhora?”
Joana não respondeu e apenas o levou para a porta de saída do avião. E, o que segue a seguir é um take digno duma cena dum filme de Scorsese. Imaginemos, então, que a cena começa com uma imagem do avião e um raio de sol cai sobre a porta, fazendo crer que uma figura do além estava prestes a surgir. Depois, um grande close-up do vulto. Depois, em slow-motion, nada mais, nada menos, Deus emerge e as lentes das câmaras captam algo mais que mágico…
Com um portentoso bronzeado à pedreiro, de t-shirt encarnada dos anos setenta da Coca-Cola com manga a cava; mochila rota ao ombro, calções gastos pelo sal e queimados e sem cor por causa do sol, às flores, cinco números acima da sua pequenina figura, dá um o primeiro passo em solo português e apresenta as suas havainas novinhas em folha, juntamente com duas unhas encravadas e a restantes pretas ao povo luso.

Estava iniciada uma nova Era, em Portugal. A partir deste momento, no território outrora de Camões (agora de Giavanildo), havia o antes e o depois. Havia o antes, onde Amália e Eusébio (e o Cristiano Ronaldo, vá) eram os heróis e principais figuras no estrangeiro. E, o depois, onde o nome de Giavanildo fazia com que Angelina Jolie sentisse e se interroga-se se ainda era uma celebridade.
Estamos, pois, a romper e a vincar o DEPOIS. No entanto, voltemos ao momento e às analogias cinematográficas.

Já está.
Aí está ele.
Sobre o sol, a câmara gira em seu redor, a fotografia está impecável e ele vê mais uma mulher, que fazia a Joana parecer medíocre e simples. Só que esta, tinha 1,79 de altura, cabelos loiros lisos até ao rabiosque, olhos verdes escuros, uma cara daquelas que faz parecer a Jolie um bode. Uma beleza rara e singela do mundo. Chama-se Amalie Blowjobvist, era norueguesa, 28 anos e colega de quarto de Joana. Contudo, a câmara dá uma segunda volta em slow-motion, e o protagonista desta epopeia, tem o primeiro pensamento, em/de Portugal.
Eis, então, a partilha do primeiro pensamento de Giavanildo: Puxa… Caramba, só minina fêa neste país. Não conhecem o biquíni e a suga, não? Que sol bonito, o sol de Portugal é maravilhoso, só falta mesmo, gentxi bonita e rabo grande.

Contudo, mesmo céptico à falta de beleza em Portugal, avança destemido. Na sua mente só está uma coisa: a estátua do Eusébio.
Mas, o futuro tem outros planos para ele. Até porque, enquanto esperava por um táxi, algo atinge os seus globos oculares e as suas peludas narinas. No primeiro dos sentidos, um relâmpago furou os meus olhos, pensou ele. Mas, não. Era apenas o brilho dumas botas até ao joelho, brancas, envernizadas, dos cowboys dos filmes da década de 50, compradas por 2,500$ no e-bay. Para o segundo sentido, muito contribuiu a falta de teclas na cremalheira e o insucesso nos produtos da Rexona. Porém, Giavanildo cobriu tudo isso e olhou para a sua esquerda. É isso mesmo. Com calças Doce&Galvana (nº 56); camisa branca Marco Jacóvio com sutiã floreado, preto, num peito 48 XXL, Ermelinda Crespim de Sousa e Santos falava alto e sem qualquer tipo de educação, no seu Nokia 3310.
Os olhos de Giavanildo estavam molhados. O bigodinho, rabujava ao sabor da leve brisa que batia no seu rosto, tal era a gritaria que provinha da boca da senhora.
Aconteceu, sem dar por isso. Não foi planeado. Foi tudo como o verdadeiro amor, deve ser. Impressível, bonito, singelo, arrebatador, violento.
Estava mais que certo daquilo que sentia. Não precisava que ninguém lho dissesse.
Estava, irrevogavelmente, apaixonado por ela.

amantes do barril no facebook

venho por este meio informar todos os amantes e seguidores do barril que esta grande "organização" encontra-se agora representada no facebook através de um grupo com o mesmo nome "amantes do barril", caso desejem juntarem-se a este mesmo grupo basta procurar o mesmo ou entao visitar o meu perfil onde encontrarão o anuncio de criação do mesmo.

aguardo ansiosamente a adesão de todos.

um forte abraço.


por: Luís Pimenta

Aulas engraçadas - Parte 3

Mais pérolas do epíteto que são as aulas de Ciências de Comunicação; havendo, no dia de hoje (22 de Março), um membro da Ala Norte, terrivelmente inspirado pelas condicionantes da vida a que está sujeito no seu dia-a-dia. Não quero, nem vou citar o nome do dito cujo. Mas, que algo se passa na mente daquele rapaz, acho que não se pode negar. Desta feita, na aula de Metodologia da Investigação:


Jórze:"Eu bêbado, já disse frases míticas! Só que já não me lembro. Já podia ter escrevido um livro!"

Breve comentário: Bem, eu, qual senhor da indevida calinada alheia em boca cheia, admiro sempre quando uma pessoa que, para além de nem estar singrado no mundo universitário, ou num curso onde o recurso linguístico nem é coisa ávida, se sai com uma destas. Será que o almighty Jórze, ficará por aqui?

Mais tarde, dois congéneres, debatem religião. E, isto, pura e simplesmente, não tem piada nenhuma. Porém, estamos a falar dum diálogo entre o Jórze e o Abílio.

Abílio:"Tu és mas és um Ateu convicto!"
Jorge:"Eu?"
Abílio:"E eu sou um católico devoto! Não olho para rabos e mamas das puras donzelas assim do nada."
Jorge:"Graças a Deus que sou Ateu!"

Contudo, momentos depois, Jórze, brilha novamente.

Jorge:"No jornal 'O Crime' fala dum jogador Cabo Verdiense".

Porém, sentia que ainda tinha algo para acrescentar ao seu vasto curriculum do dia e disse, numa conversa de total índole alfa Macho, isto é, no meio de uma conversa sobre Peidos.

Jorge:"Fogo de artíficio? Peidos? Eu é que às vezes nem consigo estar comigo próprio, no mesmo sítio [WC]."

Postado por Abílio

domingo, 21 de março de 2010

Aulas (Parte 2)

Cá estamos mais uma vez, altura esta para postar mais um rol de belíssimas frases proferidas numa determinada sala de aula algures pela Universidade da Beira Interior!

Aula esta de sexta-feira, Pensamento Contemporâneo.

- Professor: "é isto a que chamamos um hiato temporal espacial..."
- Mónica: "o que é um hiato temporal espacial?" <- Sim Mónica eu fui pesquisar e escreve-se "hiato" :D
- Professor: "Deus criou o mundo segundo uma matéria pré-existente, como tal, está dependente da mesma, logo Deus não existe." <- Amém.
- Professor: "Espírito é isso, crítica à expressão pura..." <- Entende...!
- Simão: "Cátia, o meu sonho era poder surfar nas tuas mamas, agora é que tu surfes em cima da minha prancha..." <- wtf?
- Professor: "A isto chama-se esquematismo transcendental!" <- Assério? :|
- Abílio: "Nesta aula, mesmo com uma gaja nua em cima da mesa, não sei se ficava com tesão ou se ficava aborrecido!" <- LOL!
- Bentinho: "Isto faz-me lembrar aquela do "Se hoje estão 0 graus, e amanha estiver o dobro do frio, quantos graus vão estar?" "
- Abílio em relação ao cepticismo: "é como tares a dar uma e vires-te e pensares "será que me vim?" " <- HAM?
- Bentinho: "Sabes onde foi criado o Dogmatismo? Foi em FamilyDog (Famalicão)" <- bom FAIL, quase Win.
- Professor: "Nós não estamos aqui para fazer interpretações da Bíblia..." <- Juro que parecia!
- Simão: "Uma coisa que rime com poema?"
- Abílio: "Tema... Cinema..."
- Simão: "Tem que ser porco!"
- Abílio: "Dá-me um minuto!"

Isto deu em...

- Simão para Mariana:

"Pensei em escrever-te um poema,
Mas como tu não gostas de nada,
Esta merda fica um dilema!" <- Ora aí é que está!


Fim.

Postado por BentoDuarte