quinta-feira, 3 de junho de 2010

Pois é, caros amigos e estimados visitantes, "ESTAVAMOS MESMO À ESPERA DE UM FAIL MEU!" WHOOOOOOOOOOOOOOO! Mas...




Publicado por, BentoDuarte
Caros amantes do barril, chegou o momento porque todos nos esperavamos, um print screen de um FAIL de Bento Duarte, todos estavamos desejosos de que esta ocasiao chegasse, e aqui esta ela, mas atençao, nao sera postado um FAIL mas sim, DOIS!!!!

um abraço deste que e vosso,

Postado por: Luís Pimenta

domingo, 16 de maio de 2010

Geração papal

Coincidências! :)

Really? :O



Enfim, mais um post para o diário da queima! :)

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Parental FAIL


A identidade deste jovem foi mantida em sigilo absoluto, como devem imaginar, a vida de Queima não é fácil e esta é mais uma prova disso mesmo.
No entanto, uma coisa é certa, no meio de milhares de pessoas, encontrar uma prima tirada do fundo do baú é obra.

Os meus sinceros parabéns, e boas conquistas para todos! :'>

Postado por BentoDuarte

Diário da Queima

Pois é, diz o Jorge que não havia água, teve de beber cerveja :D

E hoje é o último dia (Em Braga), portanto é a BOMBEAR!

Kisse's e Hug's.

Ps:. Obrigado Serginho pelo brinde!

Postado por BentoDuarte

segunda-feira, 10 de maio de 2010

failz0r


E é isto...


Postado por BentoDuarte

sexta-feira, 26 de março de 2010

A parte sensível do homem



O que veio a propósito não interessa... O que interessa é a sinceridade do homem!

Ele é muito macho!



Publicado por BentoDuarte

segunda-feira, 22 de março de 2010

Paradigma do Dias


Outro assunto que gostaria de abordar aqui hoje é a relaçao inexistente entre "pele casca de laranja" e ferrugem.Pois meus caros, ninguem fala nisto, por falencia nossa ainda nao abordamos esta temática mas o seu debate deve ser considerado!
a ferrugem está associada à oxidaçao por exposiçao de componentes metalicos e resulta no seu deterioramento irreversivel, já a "pele casca de laranja" é uma tematica que é associada a problemas dermicos em individuos do sexo feminino.
Ambas possuem um denominador comum que é a laranja! será totalmente descabido considerar que o termo "pele casca de laranja" é só um manto, um embuste para encobrir uma motivaçao maquiavélica maior? nao serão as mulheres, simplesmente, organismos cibernéticos vindos do futuro, com o simples intuito de nos escravizar? nao terao esses vis robos inventado o termo "pele casca de laranja" para justificarem a falta de qualidade das suas peças?


Pensem nisto!Será que o paradigma de que "as mulheres só estao bem na cozinha" tem soluçao? Será entao, seguindo este raciocinio fundamentado e logico, que elas estao bem lá pois encaram a maquina de lavar loiça, o microondas ou até mesmo a batedeira como primos de uma enorme familia robotica? pensem nisto meus caros!


.............................


Até mais ver!

Postado por Jorge Dias

Paradigma do Dias


Antes de iniciar esta minha rubrica , o aclamado pela critica " Paradigma do Dias", devo salientar o objecto de estudo da mesma, e para tal terei que recorrer a minha fortissima panóplia de historias rebuscadas, que, aguardando em minha mente por melhor uso, se empilham e se amontoam numa pasta a que eu chamo " isto nao tem jeitinho nenhum..."
caros leitores ,

Começo este post com uma ideia, que nao fazendo qualquer sentido, acaba por se assumir como um paradigma para mim : As galinhas nao voam!
Por esta altura muitos de vós ja estarão a pensar "sim, obvio..", "asério jorge? és um genio!", usando o tao comum tom sarcastico, mas, meus amigos se pensarmos bem a definiçao de "galinha" como especie animal, pertencente à familia das aves, é uma extrapolação completa da realidade que hoje vivemos!
e como principal argumento irei utilizar o simples facto de estas NAO VOAREM!

em minha modéstia afirmo, utilizando os meus vastos conhecimentos matemáticos :


aves = asas + bico x gravidade

aves = voar


no caso concreto das galinhas :


galinha = knorr + penas x água

galinha = canja


como podem atestar, as galinhas sao muito diferentes, do grupo em que estao inseridas, e para os mais cépticos apresento as seguintes formulas:

galinha = sangue + arroz x tempero

galinha = "pica no chao"

galinha = batata frita + piri-piri x pao ralado

galinha = KFC

E agora a prova mais contundente em todo este processo de "desparadigmar" o paradigmático :

galinha + 20 metros de altura x ventos de 80 km/hora = morte certa, sem fins gastronómicos...


meus amigos desmitifiquem essa ideia, ave que é ave voa, e o raio do galináceo nao é disso! Afirmar de peito aberto que uma galinha é uma ave é de todo erróneo e completamente descabido
afirmando isso estamos a querer dizer por exemplo que os carros foram feitos para voar, que o Porto esta época vai ser campeão, que as loiras pensam... Há limites! Não devemos pisar essa linha do falso juízo utilitário!
devemos sim, instituir uma nova classe para as galinhas, uma classe que defina o ser no seu mais elementar estado sem falsidades e sem juízos apressados.
depois de muito pensar cheguei a um nome que de facto define na integra "o que é ser uma galinha": a P.I.T.A!

PARAFRASE
INCONGRUENTE
TAXATIVA
AEREA

Postado por Jorge Dias

Giavanildo, o Novo herói Lusitano - A verdadeira História. Parte 2

“Boa Tarde, senhoras e sinhóres, daqui fala o vosso capitão Douglas, e queria agradecer em nome do TAP a sua preferência e desejar a todos os que visitem a grande cidade de Lisboa, qui desfrutem da sua beleza e riqueza arquitectónica e cultural e se divirtam. O céu está limpo e sendo polvilhado pelos raios solares; estão 33 graus centígrados e uma ligeira tendência para a temperatura continuar a subir. Em nome de toda equipe, um obrigado e uma boa estadia.”

Clap, clap, clap, clap.

Podia ouvir-se no Boing 474. Era o ruído das palmas. Havia muita agitação no avião; tinha sido uma viagem longa (cerca de catorze horas e meia) e com algum reboliço devido ao mau tempo que se fazia sentir a meio do atlântico norte. Giavanildo, claro está, nem se tinha apercebido do que se havia passado.

(Entretanto, chamou a aeromoça e pergunta, incrédulo, "Porque batem palmas, esta gentxi? Como é que as pessoas sabem que o capitão faiz anus hoji? Gentxi burra, qui nem sabe si o capitão Douglas gosta de fazer anus, e batem palmas na mesma!")

Não, porque estivesse a dormitar durante todo o processo, mas sim porque simplesmente não conseguia parar de olhar para fotografia amarrotada e amachucada, a preto e branco, dum velho jornal lusitano, do ícone, e do seu maior ídolo de todo o sempre: Eusébio da Silva Ferreira, o grande Pantera Negra.
“Senhor, desculpe, mas já aterra-mos e temos que seguir imediatamente para o autocarro que o aguarda, para que este o leve para o terminal 4 na Zona Norte do Aeroporto”, disse Joana, uma das aeromoças do voo de Giavanildo. Tinha cerca de 1,72cm de altura, pernas perfeitamente delineadas, uma retaguarda uniforme e confinada pela cegonha da Mercedes, cabelos negros compridos e escadeados e cheiroso, e, uns fantásticos olhos cinzentos. Sem esquecer, nunca, jamais, o busto olímpico que ostentava. E verdadeiro, ao contrário do que a mente mais perversa possa pensar numa primeira impressão… Depois, conseguia ser bastante atenciosa, educada, e, demonstrava uma subtileza de locomoção, que mais parecia que se levitava ligeiramente, do que andava. Certamente, mulher comum, não o seria. Era algo mais, algo que faria da palavra esterco, em algo muito mais jovial e inacreditável. Estava-mos, portanto, perante uma beleza celeste, só ao alcance de erros genéticos, porque Joana apenas fazia jus à palavra, perfeita. Porém, Giavanildo é a pessoa mais pura de todo o grande Brasil; e, como tal, não cedeu à beleza imposta involuntariamente por alguém que não tem culpa de possuir o físico de alguém que faria Tétis mudar de sexualidade. Assim sendo, o nosso herói, pergunta, terrivelmente assustado, “Norte? Ai, ai, ai, minha nossa!” e dá uma grande chapada na testa e começava a espernear, com as suas peludas pernas de menino, continuando, “Como é possíveu? Quero apresentá queixa, sinhora. Eu pedi avião prá Lisboa e vou para o Porto? Que raio de companhia é essa, hein?”
Joana, chistosa como sempre, retorquiu de forma pausada e educada, “Senhor, você está em Lisboa. Apenas tem de ir para a Zona Norte do Terminal. Só tem de entrar no autocarro e seguir caminho, não tem que se preocupar.”
Giavanildo ficou, agora, irritado.
“Sinhora! Você não percebeu. Eu não quero ir pró Porto, entendeu? Quero ir para a terra do grande Eusébio.”
“Senhor, como lhe disse anteriormente, você já está em Lisboa. Se quer ver a Estátua do senhor Eusébio, peça um táxi, que este leva-o até ao Estádio da Luz directamente.”
“Minina, cê tá louca? De táxi, do Porto a Lisboa pago um dinheirão! Não seja rola!”
Neste momento, Joana já um pouco perdida – mas encantada com o bigode parvo por cima do lábio carnudo do homem – sentou-se a seu lado e desviou os seus grandes olhos na direcção do novo herói lusitano e disse.
“Senhor, veja se consegue perceber. Você já está em Lisboa. Não está, mesmo, na cidade do Porto. Está em Lisboa, a cidade que viu o seu ídolo a jogar. E, para tirar uma fotografia nova do seu ídolo, basta pedir, à saída deste aeroporto, desta cidade de Lisboa, um táxi que o leve daqui, para o Estádio da Luz, onde está a estátua do senhor Eusébio.”
“Ahhhhhhhhhh”, disse o grande pequenino homem. “Qué dizé, qui já tou em Lisboa e que posso ir imediatamente para o estádio da Luz?”
“Sim, senhor. É o que lhe tenho tentado dizer.” E sorri.
“Ah, podgia ter dito logo, né sinhora?”
Joana não respondeu e apenas o levou para a porta de saída do avião. E, o que segue a seguir é um take digno duma cena dum filme de Scorsese. Imaginemos, então, que a cena começa com uma imagem do avião e um raio de sol cai sobre a porta, fazendo crer que uma figura do além estava prestes a surgir. Depois, um grande close-up do vulto. Depois, em slow-motion, nada mais, nada menos, Deus emerge e as lentes das câmaras captam algo mais que mágico…
Com um portentoso bronzeado à pedreiro, de t-shirt encarnada dos anos setenta da Coca-Cola com manga a cava; mochila rota ao ombro, calções gastos pelo sal e queimados e sem cor por causa do sol, às flores, cinco números acima da sua pequenina figura, dá um o primeiro passo em solo português e apresenta as suas havainas novinhas em folha, juntamente com duas unhas encravadas e a restantes pretas ao povo luso.

Estava iniciada uma nova Era, em Portugal. A partir deste momento, no território outrora de Camões (agora de Giavanildo), havia o antes e o depois. Havia o antes, onde Amália e Eusébio (e o Cristiano Ronaldo, vá) eram os heróis e principais figuras no estrangeiro. E, o depois, onde o nome de Giavanildo fazia com que Angelina Jolie sentisse e se interroga-se se ainda era uma celebridade.
Estamos, pois, a romper e a vincar o DEPOIS. No entanto, voltemos ao momento e às analogias cinematográficas.

Já está.
Aí está ele.
Sobre o sol, a câmara gira em seu redor, a fotografia está impecável e ele vê mais uma mulher, que fazia a Joana parecer medíocre e simples. Só que esta, tinha 1,79 de altura, cabelos loiros lisos até ao rabiosque, olhos verdes escuros, uma cara daquelas que faz parecer a Jolie um bode. Uma beleza rara e singela do mundo. Chama-se Amalie Blowjobvist, era norueguesa, 28 anos e colega de quarto de Joana. Contudo, a câmara dá uma segunda volta em slow-motion, e o protagonista desta epopeia, tem o primeiro pensamento, em/de Portugal.
Eis, então, a partilha do primeiro pensamento de Giavanildo: Puxa… Caramba, só minina fêa neste país. Não conhecem o biquíni e a suga, não? Que sol bonito, o sol de Portugal é maravilhoso, só falta mesmo, gentxi bonita e rabo grande.

Contudo, mesmo céptico à falta de beleza em Portugal, avança destemido. Na sua mente só está uma coisa: a estátua do Eusébio.
Mas, o futuro tem outros planos para ele. Até porque, enquanto esperava por um táxi, algo atinge os seus globos oculares e as suas peludas narinas. No primeiro dos sentidos, um relâmpago furou os meus olhos, pensou ele. Mas, não. Era apenas o brilho dumas botas até ao joelho, brancas, envernizadas, dos cowboys dos filmes da década de 50, compradas por 2,500$ no e-bay. Para o segundo sentido, muito contribuiu a falta de teclas na cremalheira e o insucesso nos produtos da Rexona. Porém, Giavanildo cobriu tudo isso e olhou para a sua esquerda. É isso mesmo. Com calças Doce&Galvana (nº 56); camisa branca Marco Jacóvio com sutiã floreado, preto, num peito 48 XXL, Ermelinda Crespim de Sousa e Santos falava alto e sem qualquer tipo de educação, no seu Nokia 3310.
Os olhos de Giavanildo estavam molhados. O bigodinho, rabujava ao sabor da leve brisa que batia no seu rosto, tal era a gritaria que provinha da boca da senhora.
Aconteceu, sem dar por isso. Não foi planeado. Foi tudo como o verdadeiro amor, deve ser. Impressível, bonito, singelo, arrebatador, violento.
Estava mais que certo daquilo que sentia. Não precisava que ninguém lho dissesse.
Estava, irrevogavelmente, apaixonado por ela.

amantes do barril no facebook

venho por este meio informar todos os amantes e seguidores do barril que esta grande "organização" encontra-se agora representada no facebook através de um grupo com o mesmo nome "amantes do barril", caso desejem juntarem-se a este mesmo grupo basta procurar o mesmo ou entao visitar o meu perfil onde encontrarão o anuncio de criação do mesmo.

aguardo ansiosamente a adesão de todos.

um forte abraço.


por: Luís Pimenta

Aulas engraçadas - Parte 3

Mais pérolas do epíteto que são as aulas de Ciências de Comunicação; havendo, no dia de hoje (22 de Março), um membro da Ala Norte, terrivelmente inspirado pelas condicionantes da vida a que está sujeito no seu dia-a-dia. Não quero, nem vou citar o nome do dito cujo. Mas, que algo se passa na mente daquele rapaz, acho que não se pode negar. Desta feita, na aula de Metodologia da Investigação:


Jórze:"Eu bêbado, já disse frases míticas! Só que já não me lembro. Já podia ter escrevido um livro!"

Breve comentário: Bem, eu, qual senhor da indevida calinada alheia em boca cheia, admiro sempre quando uma pessoa que, para além de nem estar singrado no mundo universitário, ou num curso onde o recurso linguístico nem é coisa ávida, se sai com uma destas. Será que o almighty Jórze, ficará por aqui?

Mais tarde, dois congéneres, debatem religião. E, isto, pura e simplesmente, não tem piada nenhuma. Porém, estamos a falar dum diálogo entre o Jórze e o Abílio.

Abílio:"Tu és mas és um Ateu convicto!"
Jorge:"Eu?"
Abílio:"E eu sou um católico devoto! Não olho para rabos e mamas das puras donzelas assim do nada."
Jorge:"Graças a Deus que sou Ateu!"

Contudo, momentos depois, Jórze, brilha novamente.

Jorge:"No jornal 'O Crime' fala dum jogador Cabo Verdiense".

Porém, sentia que ainda tinha algo para acrescentar ao seu vasto curriculum do dia e disse, numa conversa de total índole alfa Macho, isto é, no meio de uma conversa sobre Peidos.

Jorge:"Fogo de artíficio? Peidos? Eu é que às vezes nem consigo estar comigo próprio, no mesmo sítio [WC]."

Postado por Abílio

domingo, 21 de março de 2010

Aulas (Parte 2)

Cá estamos mais uma vez, altura esta para postar mais um rol de belíssimas frases proferidas numa determinada sala de aula algures pela Universidade da Beira Interior!

Aula esta de sexta-feira, Pensamento Contemporâneo.

- Professor: "é isto a que chamamos um hiato temporal espacial..."
- Mónica: "o que é um hiato temporal espacial?" <- Sim Mónica eu fui pesquisar e escreve-se "hiato" :D
- Professor: "Deus criou o mundo segundo uma matéria pré-existente, como tal, está dependente da mesma, logo Deus não existe." <- Amém.
- Professor: "Espírito é isso, crítica à expressão pura..." <- Entende...!
- Simão: "Cátia, o meu sonho era poder surfar nas tuas mamas, agora é que tu surfes em cima da minha prancha..." <- wtf?
- Professor: "A isto chama-se esquematismo transcendental!" <- Assério? :|
- Abílio: "Nesta aula, mesmo com uma gaja nua em cima da mesa, não sei se ficava com tesão ou se ficava aborrecido!" <- LOL!
- Bentinho: "Isto faz-me lembrar aquela do "Se hoje estão 0 graus, e amanha estiver o dobro do frio, quantos graus vão estar?" "
- Abílio em relação ao cepticismo: "é como tares a dar uma e vires-te e pensares "será que me vim?" " <- HAM?
- Bentinho: "Sabes onde foi criado o Dogmatismo? Foi em FamilyDog (Famalicão)" <- bom FAIL, quase Win.
- Professor: "Nós não estamos aqui para fazer interpretações da Bíblia..." <- Juro que parecia!
- Simão: "Uma coisa que rime com poema?"
- Abílio: "Tema... Cinema..."
- Simão: "Tem que ser porco!"
- Abílio: "Dá-me um minuto!"

Isto deu em...

- Simão para Mariana:

"Pensei em escrever-te um poema,
Mas como tu não gostas de nada,
Esta merda fica um dilema!" <- Ora aí é que está!


Fim.

Postado por BentoDuarte

Meguinha Fox(y)

Comentários, julgo que são desnecessários. Até porque é "Photoshop". E, como o próprio professor de Sociologia referiu, não se pode andar com ele na rua. Mesmo assim, acho que conseguia andar com ela na rua; de mão dada, até, e se possível. Puras palavras não cingem tudo o que esta mulher representa; por isso, recomendo que se façam o mesmo que eu: observo o belo, atentamente, em silêncio.

Abílio dos Reis

Frases curiosas na Sala de aula (Parte 1)

Aqui vão algumas frases proferidas por estudantes de Ciências da Comunicação na sala de aula!

Aula: Sociologia da Comunicação.


A discussão começa com:

- Teixeira: "A Megan Fox não existe..."
- Professor: "O photoshop não se pode levar para a rua!"
- Jorge: "Temos que inventar isso..."
- Luisinho: "A margem Sul é uma merda!" <- Não percebi o contexto...
- Professor: "A sociologia explica muito bem porque é que nenhum de vocês vai andar com a Megan Fox." <- Génio.
- Jorge: "O Figo tem o 9º ano! E casou com a Helen Svedin que é uma TOURA!" <- Aee cowboy! - Professor: "A Megan Fox aqui é uma metáfora!" <- O que é uma pena!
- Professor: "Eu também nunca vou namorar com a Megan Fox, e já me consciencializei disso..." <- Assério?
- Jorge acerca do Cristiano Ronaldo: "Ele não tem dentes! Tem o 6º ano! E é a Nereida!" <- Só ganha é mais que tu :x
- Aluna do 2º ano: "Vejo muitas mulheres na discoteca, a dar em cima de homens para irem pá cama com eles, para terem uma noite casual..." <- Onde? :|
- Jorge: "Quando é que acaba a aula mesmo?" <- Como te entendo primo!
- Professor: "Lamento ser sociólogo!" <- Nunca é tarde...
- Noel: "Muitas das mulheres não admitem o que fazem, há dois tipos de mulheres, as que se masturbam, e as que não falam sobre isso!" <- Concordo!
- Joana para Luisinho: "Cala-te lontra!" <- Fail.
- Luisinho: "Eu quando saio à noite, as minhas amigas é sempre com um diferente! Eu não percebo!" <- Amigas doidas :)
- Professor: "E nunca é contigo!" <- Win.
- Mónica: "Whatever" <- If you speak english you desenrascate best!
- Abílio: "Estás a falar com o próximo Paulo Portas! Respeito!"
- Jorge: "Ao contrário do que vocês possam pensar, os rapazes também têm remorsos!"
- Luisinho: "Noel, tu és aquilo a que eu costumo chamar de cêpo!" <- LOL!
- Jorge: "Elas querem sardinhas, mas só há salmão!"
- Bentinho: "O homem procura a beleza, a mulher o cartão de crédito..."
- Bentinho: "A mulher tem de ser mandada!" <- Machista!
- Luisinho: "E como cãezinhos!" <- Calma xaval!
- Abílio: "Lurdinhas..."
- Lurdes: "Cala-te caralho!" <- Norte!
- Abílio: "Já não têm respeito nenhum, estas tipas!"

Fim.

Postado por BentoDuarte


Ps:.
Os nomes postados neste blog foram alterados para que não fossem feridas susceptibilidades.

terça-feira, 16 de março de 2010

Giavanildo, o Novo herói Lusitano - A verdadeira História. Parte 1


Ele andava na casa dos vinte e poucos. Ela, por sua vez, era uma mulher mais vivida. Portadora dum portentoso coiro cabeludo loiro e oleoso, fazia embaraçar qualquer mulher com trinta e dois anos. Não tinha qualquer tipo de cuidado com a sua aparência e fazia da sua robustez um verdadeiro chamariz para o mais triste e desesperado homem. Mas, nem por sombras se pense que uma mulher deste calibre não vence no amor! Esse, o amor, é traiçoeiro para a maioria dos congéneres femininos espalhados por esse mundo fora… Porém, com esta mulher tudo parecia um verdadeiro inferno, tal era a sua capacidade para atrair homens desesperados para afogar e apaziguar as melancolias penianas.

Contudo, nem só de abundante e singela gordura vivia o brio desta mulher. Os dentes, segundo constam nos relatos profanos que viajaram de porca boca, em boca badalhoca, faziam lembrar velhos e destruídos pianos dum edifício situado em Berlim, após a Segunda grande Guerra, tal era a calamidade encontrada nas falhas das teclas. O bafo, esse, era qualquer coisa de abismal e atroz, fazendo o parecer dum mero esgoto, um velho e idealizado paraíso, com as águas cristalinas no lugar dum lago envenenado por corrimentos ilegais duma fábrica de resíduos tóxicos, evocando uma pequena Ilha das Maldivas.

Porém, isso não impediu do nosso herói, um aventureiro brasileiro, de seu nome de nascença, Giavanildo Isacson Jádson Kléber de Leite Verrati, de se apaixonar por Ermelinda Crespim de Sousa e Santos. Mas, antes de dar a conhecer ao mundo o maior amor do mundo – maior até que o de Romeu e Julieta e o de Edward Cullen e Bella Swan – vamos conhecer um pouco o herói desta saga.

Giavanildo, era um homem simples e do interior do Brasil, vindo de uma pequena e singela cidade (Vila Sapato Sujo), em Minas Gerais. Era bastante branquinho. E, apesar da idade, tinha um corpo de menino, um bigodinho mal semeado que esperneava por cima da beiçola e conseguia como ninguém, esboçar felicidade e alegria pelo 1,65m de altura. No entanto, tinha o coração mais puro de todo o grande Brasil. Mas, como todos os homens, tinha um sonho. Para ele, o seu grande móbil de vida seria único e irredutível: viver em Portugal, e, subjacentemente, ser sócio simpatizante do Sport Lisboa e Benfica.

Na rua, Giavanildo, cantarolava infamemente o hino português a todo o momento, somente parando, por uma questão de cortesia e respeito, quando se peidava. Giavanildo era assim. Um ávido admirador do país que levou a conhecer ao mundo, o grande Eusébio.

Infelizmente, tinha que viver sozinho e desolado, porque ainda não tinha conseguido encontrar a mulher certa para seguir em frente e completar plenamente o seu sonho. Já tinha o clube e país da sua vida; agora, só faltava que o amor lhe sorrisse.

Esperou vários anos, desde a adolescência, até chegar aos dias correntes. Nada. Niente. Rien. Nada. Nem uma única mulher parecia conseguir suprimir os seus caprichos. Havia tentado com algumas brasileirinhas de classe média e algumas até ligeiramente conhecidas, mas nenhuma dela conseguia preencher o espaço que lhe era esperado na vida de Giavanildo.

Houvera várias as mulheres que estiveram perto de conquistar Giavanildo, mas ficou sempre a faltar algo. Parecia que sempre que estava perto de se apaixonar, algo lhe metia raiva e conseguia perturbar a destreza do dia-a-dia. Esteve perto de se apaixonar por três mulheres. A primeira, logo com dezasseis anos, tinha na sua certidão de nascimento, o seguinte nome: Adriana Lima. Contudo, Giavanildo, não gostava de Limas. Então, com muito desgosto, resolveu ser sincero com a menina e dizer-lhe que já nada podia arrastar mais aquele falso amor…

Por seu turno, a segunda era uma bela e elegante, que dizia que se chamava Grazielli Massafera. Mas, mais uma vez, passados quinze dias de convivência mútua, Giavanildo não suportou e teve que lhe dizer e contar o que lhe apertava mais o coração, de lágrimas nos seus olhos castanhos de cor de azeitona frouxa. “Sabe, você é muito gostosa e bonita, mas eu não consigo casar com mulher que tem massa no nome. Sabe, eu não gosto muito de massa não.” E, assim, se foi um grande amor…

Mas, os azares amorosos continuaram. A rapariga que se seguia tinha um nome estranho para uma moça e simples brasileira: Gisele Bundchen. Mesmo assim, o nosso herói não se importou e seguiu em frente. Infelizmente, após dois meses de namoro, Giavanildo, apercebeu-se de algo que o assolou solenemente: não conseguia pronunciar correctamente o nome da futura mulher, que iria levar para Portugal. E, após muito pensar, teve que ser sincero mais uma vez. “Me desculpe, mas eu não consigo casar e fazer amor com uma mulher que nem consigo dizer o nome direito. Me perdoe.” Gisele ficou triste, mas não podia atrapalhar mais o coração de um homem que não era claramente o seu.

Foi, então, que Giavanildo tomou a maior decisão jamais tomada na sua vida. Decidiu embarcar sozinho para Portugal. O que o nosso herói não sabe, é que vai encontrar o seu grande amor no país dos seus sonhos.



Postado por AbílioDosReis

quarta-feira, 10 de março de 2010

Salazar?


Adicionem vocês o comentário! Eu pessoalmente não tenho nada a dizer! :$


Postado por BentoDuarte

Feliz dia do velhote!



A ala norte vai estar aqui para o que precisares Jorzinho! É dabraço já sabes! Fraldas, cerelac e tiudo!


Postado por BentoDuarte

Chupa chups!


Continuando a saga Epistemológica que nos assombrou a todos, mas ao mesmo tempo com uma pequena curiosidade de um nick de msn, fica ao vosso critério! Bons comentários! :']



Postado por BentoDuarte

Epistemologia for the win!


Isto resumidamente é que a Epistemologia comeu o cérebro ao pessoal todo, e como se pode ver andava tudo ás aranhas, ora aqui o menino resolveu guardar algumas recordações dessa fatídica noite de estudo!
Agora disponíveis para toda a gente! "iélé!"



Postado por BentoDuarte

Almas santas!


Ainda assim há sempre aquela alma caridosa que olha por nós! Obrigado por tudo oh querida, mas de cábulas percebo eu! :D



Postado por BentoDuarte

Chemistry!


E para quem não está a par, o Chemistry é uma discoteca na Covilhã! Como diz o outro "Noite é rodinha no ar, e estudar é grupos!"



Postado por BentoDuarte